Audi A4 Allroad Quattro: Personalidade Forte

Apesar de ter estudado marketing, ainda que de uma forma não muito exaustiva, nunca percebi lá muito bem o critério que algumas marcas seguiram para baptizar os seus modelos.

No meu humilde ponto de vista, a memorização funciona muito melhor com um nome, seja Clio, Ibiza, Punto ou Testarossa, pouco interessa a denominação para o caso. Mas acredito que, desta forma, o nosso cérebro facilmente associa a palavra à imagem do carro. Contudo, “eles” é que decidem e “eles” é que estudaram o fenómeno. Certamente não se limitaram a optar por uma decisão tão importante enquanto bebiam umas cervejas acompanhadas por tremoços. Ou pipis.

Serve esta introdução para explicar que letras e números, aparentemente escolhidos avulso, raramente funcionam e, não raras vezes, vejo-me obrigado a pesquisar na internet qual é o modelo P7, H9 ou K2 da marca X.

É aqui que (finalmente) entra a Audi A4. Porquê?, pergunta o já impaciente (e impertinente) leitor, ávido por perceber onde é que tudo isto vai dar. Precisamente porque a A4 superou a barreira de que falava: deixou de ser um modelo que junta letras e números aparentemente escolhidos avulso.

Dito de outra forma, A4 ganhou estatuto de “nome”. É quase como um amigo ou alguém da família! Numa comparação com o cão de Pavlov, ouvimos A4 e salivamos. E não é porque vamos comer, mas sim porque sabemos que se trata de uma coisa boa. Desculpem a comparação canina, deixei-me levar pelo entusiasmo.

E o que tem esta Audi A4 allroad de tão bom? Ainda usando a metáfora pavloviana, o processo de salivação começa com o simples sentar no banco: conforto, excelente posição de condução, olhamos à volta do habitáculo e está tudo a postos, a caixa manual de seis velocidades ali à mão, até porque dá jeito, excelentes materiais, e um painel de intrumentos com tudo o que um homem precisa.

Os extras podem encarecer (e muito) a coisa, mas há uns que dão jeito, tal como sentimos na unidade ensaiada, que estava bem nutrida deles. Entre esses extras tão jeitosos estão os sensores de estacionamento, bastante úteis se quisermos arrumar uma viatura com 4.70 metros de comprimentos numa rua de Lisboa.

Apresentado o essencial do interior, passemos ao mais importante: a performance. A posição de condução não podia ser melhor, daqueles casos em que a máquina parece uma extensão de nós. Esta área também é abrangida pelo já referido conforto, para o qual muito contribui uma suspensão que amortece todas as crateras que a equipa do presidente António Costa ainda não reparou.

Depois, e ainda que não seja a sua especialidade, até pela (curta) altura ao solo, a A4 allroad permite-nos desbravar caminhos mais sinuosos, graças ao sistema de tracção integral quattro. Basta-nos escolher um dos cinco modos de condução – Confort, Auto, Dynamic, Individual e Efficiency – e apontar para o caminho que quisermos, porque esta, tal como o Baltasar, vai a todas.

Especificações:
– cilindrada 1968 cm3
– potência 177 cavalos (não de Pavlov, como o cão, mas DIN)
– velocidade máxima 230 km/h
– consumo médio 7.2 l/100
– emissões 152 g CO2/km

Escrito por: Luis Merca/ iSpeed

Belouracar
Seja bem-vindo! Possuindo um vasto conhecimento na área automóvel, comercializamos veículos semi-usados, complementados por um rigoroso serviço pós-venda. Aguardamos a sua visita, Obrigado!
  • Em que podemos ser úteis?
    • Indique o modelo, ano, informações relevantes em relação aos extras e condições gerais da viatura.
    • em euros
    • Este campo é para efeitos de validação e deve ser mantido inalterado.
  • MENU
    Chinese (Simplified)EnglishFrenchGermanPortuguese
    Scroll Up
    x

    Usamos cookies para oferecer a melhor experiência on-line. Ao concordar em aceitar o uso de cookies de acordo com nossa política de cookies.

    ACEITO NÃO ACEITO Centro de Privacidade Configurações de Privacidade Política de cookies